Muitas pessoas são levadas nos dias de hoje a cometerem o pecado da inveja, da cobiça pelo bem alheio, seja ele de cunho afetivo: Namorado, noivo, filho, marido alheio. Seja ele de cunho financeiro: cargo empresarial, conta bancária, bens residenciais. Seja ele de cunho material, automóvel, apartamento, eletrônicos. 
Sentem ilusoriamente estarem bem, consideram estar tendo a atitude certa, e não se dão por vencidos até que consigam tirar do outro, alguma reação, ou bem material, não pertencente a eles. Negativamente, se enchem de um prazer imenso em possuir aquilo que não os é de posse, aquilo que querem obter somente pelo prazer de dizerem, era do outro e agora eu possuí.
O que não percebem é a sua dolorida incapacidade de obterem algo parecido, porque também são merecedores, perdem tanto tempo vislumbrando o sol alheio, que o seu próprio sol se mantêm apagado, e já que sua luz não brilha, almejam ter o sol de brilhos alheios, não respeitando sentimentos, não respeitando valores e visões, passando por cima dos preceitos mas valorizados dentro da psique humana.
Na maioria das vezes, são pessoas mal amadas, pessoas infelizes, pessoas de almas obscuras, que ao invés de procurar a luz e as boas vibrações e pensamentos, se fecham dentro do grande buraco sem volta, chamado inveja.
Por fim, a dica de hoje se estabelece, em que as pessoas procurem a cada dia viver a sua própria vida e não viverem a sobra de vidas alheias. Lutes pelo o que queres com dignidade e cárater, e isso implica em possuir o que é seu pelas sua próprias qualidades e esforços, porque você também é merecedor ou merecedora. Aprenda, o que é dos outros, pertence a eles porque um dia fizeram por merecer. Ambicione apenas o que é teu por direito, o que é dos outros desde o nascimento foi destinado somente a eles, e querer possuir a felicidade alheia, só fará de você um homem ou uma mulher mais obscura de alma e incapaz, incapaz de exercer suas lutas, incapaz de valorizar as suas próprias conquistas.

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